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	<title>Baldin - MP13</title>
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	<description>Sobre o novo formato do rock</description>
	<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 16:32:18 +0000</pubDate>
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		<title>Avatar</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 13:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>baldin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme Avatar me deu um presente: a vontade de escrever sobre alguns temas que pude perceber no contexto, e lamento ter deixado passar alguns, o que certamente fiz. Avatar desperta a reflexão sobre a maneira que a raça humana se desenvolveu sempre alterando o seu meio, adaptando-se a este ambiente alterado extraindo dali o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O filme Avatar me deu um presente: a vontade de escrever sobre alguns temas que pude perceber no contexto, e lamento ter deixado passar alguns, o que certamente fiz. Avatar desperta a reflexão sobre a maneira que a raça humana se desenvolveu sempre alterando o seu meio, adaptando-se a este ambiente alterado extraindo dali o máximo, dessa forma alterando seu meio novamente e assim sucessivamente. Karl Marx apontara esse comportamento, mas não sei se seus olhos teriam alcançado o retorno que o “meio” daria à raça humana como uma tentativa desesperada de reequilibrar o que nós chamamos de natureza.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Em um momento do filme, o protagonista diz aos habitantes de Pandora que os homens do céu (nós, com vergonha o digo) se separam de sua mãe (natureza) e estavam prestes a fazer o mesmo com a deles para ocupar o território onde vivem esses humanóides, os Na’vi. E essa é a trama: em busca de um metal altamente precioso, os humanos traçam a estratégia de enviar alguns Na’vi criados em laboratório a partir de DNA humano e alienígena e que serão controlados remotamente através de ondas neurais. O plano dá errado quando o Jakesully, avatar de um Marine paraplégico, passa dos limites ao se envolver com uma Na’vi e com a própria natureza misteriosa de Pandora e a relação mais do que harmoniosa entre essa natureza e seus seres vivos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A primeira reflexão vem sobre o protagonista. É através de seu avatar que Jake Sully volta a andar, pular, correr, cavalgar e ainda experimenta novas sensações através de suas novas pernas, o que inclui guiar um ser alado indomável, salvo se dominado por um Na’vi. Como o ser humano, falho como todos nós, seria capaz de cumprir uma missão se voltando contra tudo aquilo que mais lhe fazia falta? E mais: lutando por algo que não lhe fazia sentido nenhum, pois não era ele o escolhido para a missão, mas seu irmão gêmeo morto dias antes do Dia D. Sendo assim, controlar o avatar de seu irmão não só representava uma oportunidade para “renascer” como lhe dava a responsabilidade de preservar aquela condição e o meio que seus novos “irmãos” dependiam. Fica claro então que a tecnologia pesquisada pela Dra Grace, que permitia o controle dos avatares por ondas neurais, era a chave do mistério daquele planeta, pois nada mais era do que a reprodução numa escala muito menos complexa da simbiose entre todos os seres do planeta. O mesmo controle que Jake e outros humanos tinham sobre seus avatares, os Na’vi tinham sobre criaturas de montaria, e que a Mãe Natureza tinha sobre seus filhos. E é a cena final que comprova isso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A segunda reflexão é sobre a guerra. Em seu videolog, Jake registra que “os heróis lutam pela paz, então acordam”. Ora, é bem verdade que os que lutam numa guerra o fazem pelos objetivos que muitas vezes estão implícitos na “paz”. Todos os lados lutam pela paz, esta que será imposta à maneira daquele que vencer, e que consequentemente contará a história para gerações futuras deixando o lado perdedor como o vilão e grande responsável pelas mortes. E é impossível analisar um conflito sem estar nos dois lados: podemos dizer que os últimos vencedores das guerras modernas lutavam pela paz? Ou podemos encontrar em Avatar mais uma analogia sobre o uso da força para extrair recursos naturais de um território ocupado por uma nação dada como hostil (alguém achou as armas de destruição em massa no Iraque?) após a planejada frustração de um ação diplomática, que justificaria o recurso da guerra como continuação da política por outros meios. Se no Iraque tivemos inspetores que nada encontraram e tentaram convencer alguém de fazer algo que já não fazia, em Avatar temos Jake com a missão de convencer o líder Na’vi a levar seu povo para longe de sua terra natal, assim como acontece numa ironicamente chamada Terra Santa. Quando é válido ir à guerra? Quando se defende algo de muito valor. E quando é válido ir à guerra? Quando dizemos que algo de muito valor é nosso e está em poder de outro. Enfim, recursos, território, deuses, mulheres, triunfos, poder&#8230; tudo isso já foi tomado e defendido. E cada guerra que termina cria o motivo para a próxima guerra e a torna justificável aos olhos dos que sobrevivem para escrever a história.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Por terceiro, mesmo num futuro muito distante, ainda temos a questão comercial fomentando o desenvolvimento de novos recursos bélicos cada vez mais destrutivos, prontos para destruir o que não precisaria ser destruído caso não tivéssemos criado tantas armas. Tema já abordado em livros de economia e filmes sobre guerra, ninguém consome arsenais e, uma vez que são criados, precisam ser usados de alguma maneira, ou se trava o desenvolvimento. Sempre foi assim na nossa história, sempre será assim até que tenhamos destruído tudo ao redor. Cada produto consumido no mundo financia a guerra e o desenvolvimento de tecnologias destrutivas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Por fim, é destruindo tudo ao redor os humanos recebem a mais hostil das respostas. Soando como uma rima maravilhosa no filme de Avatar, o ataque de animais respondendo ao chamado da mãe natureza é uma clara analogia às reações naturais devastadoras que atingem diversos pontos do planeta. Embora eu não acredite no que é dito sobre o aquecimento global, que hoje é tido como moeda internacional para frear o desenvolvimento de nações mais atrasadas do ponto de vista econômico e industrial, acredito que desastres naturais como tsunamis, inundações e ventos devastadores são reações à maneira que consumimos o planeta, ainda que não faça o menor sentido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Paradoxalmente, como somos, muita tecnologia foi usada para que essa história fosse contada no cinema, muitos produtos de plásticos serão criados para venda e logo se tornarão mais lixo, mais poluição, muitos DVD piratas serão vendidos para financiar mais crimes, muito combustível queimado, e mais exploração de recursos, para que todos esses produtos cheguem às mãos de todos e para que o investimento feito retorne às mãos de quem não fez nada disso de graça, embora mereça aplausos e um lugar eterno na história do cinema.</span></p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 15:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>baldin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[CD]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste último sábado fechamos o ciclo de gravações das 12 (sim, doze, deixamos o treze de lado) músicas que são parte do primeiro CD dessa nova geração da MP13.
Foram pouco mais de seis meses de trabalho, muitos km rodados, muito investimento de tempo e dinheiro, muito sono perdido, muitas feridas cutucadas, muitas brigas necessárias e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste último sábado fechamos o ciclo de gravações das 12 (sim, doze, deixamos o treze de lado) músicas que são parte do primeiro CD dessa nova geração da MP13.</p>
<p>Foram pouco mais de seis meses de trabalho, muitos km rodados, muito investimento de tempo e dinheiro, muito sono perdido, muitas feridas cutucadas, muitas brigas necessárias e desnecessárias, muita doação, muitas coisas deixadas de lado pra que tudo isso saisse conforme cronograma.</p>
<p>Mas foram também seis meses inesquecíveis, muita compreensão, muita união, muita amizade, muito apoio de uns aos outros, dentro e fora da banda, muita criatividade, muitas risadas, muita bagunça, muitas mudanças, muita paciência, muito respeito e, pricipalmente, muito amadurecimento.</p>
<p>Amadurecimento que se consolida na canção Sentidos, finalizada sábado.</p>
<p>Em seis meses passamos pela empolgação nutrida ao ouvir a qualidade Sob Pressão, pela supresa de como ficaram boas Medo do Medo e Corpo Estranho, pelo sentimento ambíguo despertado por Ego, pela satisfação de ter feito Coração Negro como realmente sempre quisemos, pelo desafio de gravar Letal, Esmo, Tanto Faz e, principalmente, Senhores da Guerra, pelo desafio de refazer Anjos do Inferno e, quando tudo parecia perto de terminar, assumimos a bronca de colocar no CD uma balada &#8220;voz e violão&#8221; e uma porrada mais longa e trabalhosa. E assim fechamos com a balada Ilusão e a porrada Sentidos, esta última consolidando o amadurecimento da banda e a versatilidade de quatro &#8220;sei-lá-o-quê&#8221; que apostam nesse projeto, nessas músicas.</p>
<p>Embora muitos tenham participado direta ou indiretamente desse processo, o principal agradecimento sem dúvida vai pra Daniel de Sá, nosso produtor que ajudou a construir cada música, e para Jéssica, Felipe e Bia, que serão sempre crianças com suas vozes em Ego, canção que poderá, quem sabe, lembrar aos ouvintes que existe um Estatuto da Criança e do Adolescente.</p>
<p>Estou muito satisfeito com o resultado. Só falta agora lapidar cada música e masterizá-las.</p>
<p>Foi uma estrada e tanto&#8230;</p>
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		<title>Senhores da Guerra regravada&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 14:01:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[e antes da mixagem do Mago Daniel já posso afirmar que ficou muito melhor. Tudo mais limpo e sem nenhuma alteração de andamento. Em breve, à disposição!
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			<content:encoded><![CDATA[<p>e antes da mixagem do Mago Daniel já posso afirmar que ficou muito melhor. Tudo mais limpo e sem nenhuma alteração de andamento. Em breve, à disposição!</p>
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		<title>Nasce um mito</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 17:47:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muito será dito após a morte de Michael Jackson. Sem dúvida uma das maiores perdas da cultura pop que de fato se vai, já que ainda havia uma ponta de esperança que novos beats poderiam surgir a partir do show de Londres.
Um pena que o king of pop, ainda vivo, deixava saudades, por causa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito será dito após a morte de Michael Jackson. Sem dúvida uma das maiores perdas da cultura pop que de fato se vai, já que ainda havia uma ponta de esperança que novos beats poderiam surgir a partir do show de Londres.</p>
<p>Um pena que o king of pop, ainda vivo, deixava saudades, por causa de escândalos e bizarrices que tentaram macular o mito em detrimento maior ainda ao homem que estava por trás.</p>
<p>E foi o homem quem morreu. Não o mito, que nasceu pra durar muito.</p>
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		<title>Noite feliz no Capital da Villa</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 11:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>baldin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Quarta-feira da semana passada, dia 17 de junho, começando às 21h, Leandro Mendes e Rodrigão apresentaram um repertório acústico agradável e bem variado apenas com voz e violão. Alternaram os vocais e reproduziram parte do nosso show elétrico e acrescentaram aquelas composições que se foram feitas no violão, jamais deveriam ter sido tocadas de outra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira da semana passada, dia 17 de junho, começando às 21h, Leandro Mendes e Rodrigão apresentaram um repertório acústico agradável e bem variado apenas com voz e violão. Alternaram os vocais e reproduziram parte do nosso show elétrico e acrescentaram aquelas composições que se foram feitas no violão, jamais deveriam ter sido tocadas de outra maneira, especialmente algumas do Legião Urbana, que na minha humilde opinião soam muito melhor quando tocadas acústicas.</p>
<p>Se na música tudo dava certo pra nós, no telão assistimos a outro show que alegrava o esporte: Corinthians 2 x 0 Internacional. Pra mim, a cereja do bolo de uma noite feliz, afinal horas antes do show da MP13, o Nacional de Montevideo despachava nossos compatriotas suínos, grupo ao qual pertence nosso vocalista, de volta pra deleite da maioria corinthiana que estava no Capital da Villa&#8230;</p>
<p>Estaremos de volta ao bar em duas datas no mês de julho! Acompanhem nosso site!</p>
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		<title>MP13, uai&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 16:26:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada celebramos a abertura da festa de São João Batista no aconchegante município de Cachoeira de Minas, sul do estado.
Foi uma apresentação de aproximadamente duas horas. Uma prova de fogo pra nova formação da banda que pela primeira vez se apresentou com o repertório completo. A infraestrutura estava excelente: qualidade de som, iluminação, efeitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada celebramos a abertura da festa de São João Batista no aconchegante município de Cachoeira de Minas, sul do estado.</p>
<p>Foi uma apresentação de aproximadamente duas horas. Uma prova de fogo pra <strong>nova formação</strong> da banda que pela primeira vez se apresentou com o repertório completo. A infraestrutura estava excelente: qualidade de som, iluminação, efeitos e espaço de palco. Tudo isso nos deu um apoio fundamental pra festa ficar harmoniosa no que diz respeito a som e imagem.</p>
<p>O repertório escolhido variava entre rock pop nacional e internacional e ainda encaixamos oito das dez músicas do CD em produção. Foi muito bom!</p>
<p>Esperamos retornar à região para mais apresentações e retribuir com muita música o carinho recebido pelo público.</p>
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		<title>História do rock nacional</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 23:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>baldin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Fica aqui uma dica de leitura para aqueles que querem saber mais sobre o rock nacional.
O livro Dias De Luta - O Rock E O Brasil Dos Anos 80 de Ricardo Alexandre é um bom exemplar com inúmeras histórias de importantes ícones do rock nacional, tais como Blitz, Barão Vermelho, Legião Urbana, Capital Inicial, Ultraje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fica aqui uma dica de leitura para aqueles que querem saber mais sobre o rock nacional.</p>
<p>O livro <strong>Dias De Luta - O Rock E O Brasil Dos Anos 80</strong> de Ricardo Alexandre é um bom exemplar com inúmeras histórias de importantes ícones do rock nacional, tais como Blitz, Barão Vermelho, Legião Urbana, Capital Inicial, Ultraje a Rigor etc., além dos pólos no cenário musical de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília&#8230;</p>
<p>É muito bom saber como esses caras ralaram pra que eu tivesse uma banda hoje. E fica a vontade de fazer parte dessa história e continuar escrevendo pras próximas gerações.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Show no The Wall</title>
		<link>http://baldin.blogs.mp13.com.br/2009/05/18/show-no-the-wall/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 02:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>baldin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Noite de festa no Festival de Bandas Independentes no The Wall, na tradicional 13 de Maio, cheia de boas casas de rock n roll.
Foram nove bandas apresentando trabalhos próprios e covers.
A MP13 foi a segunda banda da noite, logo depois da Banda Overhell.
Focamos 100% da nossa apresentação nas músicas do CD em produção.
A primeira música [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Noite de festa no Festival de Bandas Independentes no The Wall, na tradicional 13 de Maio, cheia de boas casas de rock n roll.</p>
<p>Foram nove bandas apresentando trabalhos próprios e covers.</p>
<p>A MP13 foi a segunda banda da noite, logo depois da Banda Overhell.</p>
<p>Focamos 100% da nossa apresentação nas músicas do CD em produção.</p>
<p>A primeira música do show foi Letal, o que já é quase um costume graças à introdução pesada e o ritmo apropriado para abertura. Seguindo a mesma pancada, mandamos Medo do Medo, Coração Negro e Corpo Estranho. Baixamos o ritmo com duas mais baladas, Tanto Faz e Anjos do Inferno. Voltamos ao peso com Esmo, Sob Pressão e Senhores da Guerra, essa última com mais adrenalina fechando a nossa apresentação no festival.</p>
<p>O mais importante de tudo foi perceber muita gente curtindo e fazendo gestos acompanhando as canções.</p>
<p>Saímos com a tranquilidade de que a missão estava cumprida e prontos pra mais desafios.</p>
<p>Obrigado a todos que estiveram no The Wall. Quem não foi dessa vez, prepare as malas: Cachoeira de Minas!!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Coração Negro e Tanto Faz&#8230;</title>
		<link>http://baldin.blogs.mp13.com.br/2009/05/17/coracao-negro-e-tanto-faz/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 01:52:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>baldin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; regravadas. Coração Negro ficou muito boa e Tanto Faz levemente mais rápida e pesada.
Agora só faltam quatro músicas pra começar a pós-produção do CD.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; regravadas. Coração Negro ficou muito boa e Tanto Faz levemente mais rápida e pesada.</p>
<p>Agora só faltam quatro músicas pra começar a pós-produção do CD.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ego e Corpo Estranho&#8230;</title>
		<link>http://baldin.blogs.mp13.com.br/2009/05/09/ego-e-corpo-estranho/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 20:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>baldin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; estão gravadas. A primeira cantada pelo Rodrigão, com bastante componentes ao longo da música, e a segunda com a voz regravada - pois a primeira gravação sumira&#8230;  
Surpresas pela frente&#8230;
Hoje, show no Bar da Gruta às 21h00.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; estão gravadas. A primeira cantada pelo Rodrigão, com bastante componentes ao longo da música, e a segunda com a voz regravada - pois a primeira gravação sumira&#8230; <img src='http://baldin.blogs.mp13.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Surpresas pela frente&#8230;</p>
<p>Hoje, show no Bar da Gruta às 21h00.</p>
]]></content:encoded>
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